20 de novembro, Dia Oficial da Consciência Negra, realizamos, desde 2024, em parceria com o Museo Situado, um ato no auditório do emblemático Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía.
“História e Raiz do Samba” – 22 de novembro de 2025
Foi um espaço de ativismo cultural e político, no qual a música, a dança e a performance se transformaram em ferramentas de memória e resistência. O espetáculo apresentou um percurso histórico-musical do samba, desde suas origens na Bahia até sua consolidação no Rio de Janeiro, rendendo homenagem a figuras fundamentais como Tia Ciata, Clementina de Jesus, Cartola, Dona Ivone Lara, Elza Soares, Martinho da Vila, Alcione e o grupo Fundo de Quintal, entre outros.
Além de visibilizar a cultura afro-brasileira, o evento também representou um espaço de reflexão sobre a resistência histórica e atual frente ao racismo, à desigualdade e à invisibilização, em um cenário de grande celebração artística e reivindicativa, convidando a comunidade a quilombar-se, encontrar-se, celebrar e afirmar a memória coletiva.
Contou com a participação de 12 artistas afro-brasileiros: Edimundo Santos, Wellington Nego Tinho, Eduardo Marreta, Vanessa Oliveira, Carlos Mankuso, Alabê e Pamela Ariane, junto às bailarinas Jeane Bonfim, Robertinha, Carol Ferreira, Georgina Santos e ao bailarino Ronald Muzzangue.
Veja as fotos do ato da Consciência Negra 2025
Fotógrafo brasileiro Tigu Guimarães
Fotógrafo brasileiro Paulo Henrique
“A Arte como Resgate da Ancestralidade” – 20 de novembro de 2024
A arte e a cultura sempre estiveram presentes no cotidiano da população negra e afrodescendente como forma de manter vivo o vínculo com suas raízes, preservar a alegria e a esperança, apesar das dificuldades da vida, impulsionadas pela força proporcionada por sua ancestralidade.
Os ritmos musicais brasileiros estão, em sua maioria, inspirados nessa raiz africana, como o samba, ijexá, afoxé, capoeira, jongo, entre outros.
O ato contou com a participação dos músicos afro-brasileiros Edimundo Santos, Nego Tinho, Eduardo Marreta, João Silva, Hilton Cruz, Batata Galiza, Nego Gil e Okan Kayma, assim como do músico da República Popular do Congo, Lycanto, e do músico do Senegal, Nar N’Diaye. Também participaram a bailarina Jeane Bonfim e o bailarino Ronald Muzzangue.
O evento, repleto de música e coreografias, foi intercalado por intervenções, incluindo a participação do Sindicato de Manteros de Madrid.